Enredo burlesco

A cada dia, novos " personagens " vêm se somar a esse enredo burlesco encenado pelas autoridades públicas do Estado do Piauí, que, sem ter o que dizer com um mínimo de lógica, passam a deblaterar as falas mais desconexas  possíveis, sobre o cruel e bárbaro assasinato da menina Emily.

Hoje, foi a vez de um membro da Procuradoria Geral do Estado, que sem noção do que estava a dizer ao jornalista Marcos Teixeira da TV Clube, chegou a culpar o NUCEPI- órgão da Universidade Estado  do Piaui, realizadora de concursos públicos, por não ter alijado da relação de aprovados, o soldado Aldo, principal suspeito de ter dado inumeros tiros no carro do cantor Evandro Costa na noite do dia 25 de dezembro.

Algumas situações sobre esse crime, que chocou a nação brasileira, merecem ser analisadas e respondidas por quem de direito. 

A sentença do Juiz Ricardo Alágio ,cassando a liminar que autorizava a permanência  do soldado Aldo, datada de 16 de agosto de 2017 e consequentemente publicada no Diário da Justiça em seguida- não chegou -nesses mais de quatro meses, ao conhecimento do comando da Polícia Militar do Estado do Piauí?

Dando crédito às declarações do comandante da Polícia Militar, de que , só foi notificado da sentença judicial após a tragédia, é de se questionar:

Em que mãos ficaram retidas , essa decisão do Juiz Ricardo Alágio por mais de cento e vinte dias?

Esse nos parece ser, o primeiro questionamento a ser feito, para que esse enredo burlesco, deixe de existir e a verdade dos fatos venha à lume.

PS:

A sociedade piauiense, ainda aguarda com extrema expectativa um pronunciamento de Sua Excelêcia Governador Wellington Dias sobre essa tragédia e que providências o seu governo está tomando, para minorar a insuperável dor da família do cidadão Evandro Costa.

É isso.