Viagem internacional de vice-prefeito gera burburinho, mas está tudo legal

Pessoas questionam viagem do vice-prefeito, mas está tudo dentro da legalidade.

João Rodolfo, a mulher e amigos se divertindo na Argentina
João Rodolfo, a mulher e amigos se divertindo na Argentina

Visitando o Zoológico de Luján, em Bueno Aires
Visitando o Zoológico de Luján, em Bueno Aires

Imagens do vice-prefeito de Timon João Rodolfo divulgadas nas redes sociais são alvo de questionamentos por parte de algumas pessoas, que entendem que o substituto de Luciano Leitoa precisaria solicitar autorização da Câmara Municipal de Timon para seu ausentar do pais. As pessoas que entraram em contato com blogdoribinha juraram não ter nada contra o vice-prefeito, mas por se tratar de "homem público" muitos queriam fazer os tais questionamentos.

João Rodolfo, a mulher Cristiane Pinheiro e um grupo de amigos foram desfrutar por alguns dias o frio gostoso de Buenos Aires, Argentina, na primeira viagem internacional do vice-prefeito.

O blogdoribinha em leitura da Lei Orgânica do Município buscou informações para dirimir quaisquer dúvida sobre a viagem do vice-prefeito.

De acordo com o Capítulo II, da Lei Orgânica no quesito do Poder Executivo, Seção I, que trata das obrigações do Prefeito e do Vice-Prefeito, em seu artigo 67, fica claro que tanto o prefeito quanto seu vice e seus secretários municipais quando no exercício do cargo, não poderão, sem licença da Câmara Municipal, ausentar-se do município por período superior a 10 (dez) dias, sob pena de perda do cargo ou de mandato. (Emenda à Lei Orgânica Municipal Nº 005, de 04 de julho de 2008).

No caso do vice-prefeito João Rodolfo, que também acumula o cargo de secretário municipal da Indústria e Comércio, a viagem durou pouco menos de quatro dias, portanto sem a necessidade de pedido de autorização da Câmara.

No caso de viagens internacionais, no quesito Das Atribuições do Prefeito, em seu Art. 70 – diz que Compete ao Prefeito, entre outras atribuições: XXXIII – solicitar, obrigatoriamente, autorização à Câmara para ausentar-se do Município, por tempo superior a 15 (quinze) dias, ou por qualquer prazo, quando for se ausentar do País.